Sunday, March 04, 2018

Leituras de Fevereiro


Alguns livros devem ser saboreados em passo de caracol. Iniciei algumas leituras em fevereiro que pretendo continuar calmamente... ler, saborear, meditar, crescer... essas leituras não fazem parte desta lista, talvez em março ou abril. Veremos como viverei o tempo destas leituras. 

Abracei dois desafios. Normalmente não me imponho metas de leitura, porque gosto de descobrir e ser descoberta por livros. Mas apercebi-me que há imensas histórias infantis que penso conhecer bem, mas cujos livros nunca li. Devia criar uma hashtag (#históriasqueconheçomasnuncalioslivros). Depois há o meu interesse na literatura arturiana. Há livros que não consigo encontrar à venda em Portugal e conformei-me com o facto de que terei de os ler em formato digital. Apesar de ler muitos artigos e textos digitais, a realidade é que prefiro ler um livro impresso. O folhear das páginas e o cheiro do livro fazem parte da experiência. 

Estas foram as minhas leituras de fevereiro:


Tinha muita curiosidade em ler um livro do mais recente laureado com o prémio Nobel da Literatura e não resisti a esta sua primeira incursão pela fantasia. Não fiquei desapontada. Pelo contrário, até ao momento é o meu livro preferido do ano! É uma história tocante sobre relações, memórias e esquecimentos, com apontamentos breves mas suficientes para nos transportarem para outro mundo.



Macbeth foi desafio do mês do meu clube de leitura. Confesso que me senti intimidada por este livro, e depois surpreendida com a facilidade com que fiquei agarrada à história e à forma como foi escrito. Adorei e espero que a Relógio d’Água continue com as obras de Shakespeare. Já encontrei v´ ários livros desta coleção “Clássicos para leitores de hoje” e gostei muito do toque, das cores das páginas e do tamanho das letras (coisas de quem é pitosga!).



 Pretendo ler este ano, a coleção de T.H. White: O Rei que foi e um dia será (tradução pt de Once and future King). Este é o primeiro volume, o qual serviu de inspiração para o filme da Disney “A Espada era a Lei” (curiosa tradução). Neste primeiro volume acompanhamos a educação que Merlin dá a um jovem Artur, até ao momento em que este tira a famosa espada da pedra (neste caso, de uma bigorna de ferro). Leitura leve e despretensiosa (pena ter de ser em formato digital).


Aqui está a minha hashtag: #históriasqueconheçomasnuncalioslivros
Apercebi-me que nunca tinha lido esta obra da literatura infanto-juvenil. Problema resolvido!


 

Os dois personagens que conquistaram o meu coração. Falei deles AQUI, num post anterior! 


Quem gosta de literatura arturiana tem de ler a obra de Thomas Malory “A Morte de Artur”. Felizmente, ainda se encontra esta obra à venda em Portugal, em 3 volumes. Encontrei no olx esta adaptação para o público mais jovem, com a qual pretendo aliciar os meus filhotes.



A vida de uma professora bibliotecária não é tão emocionante como podemos ler neste livro. Na realidade, a heróina deste livro não é uma verdadeira bibliotecária, mas vê-se envolvida neste papel enquanto procura pela perdida Biblioteca de Alexandria. Apesar do conceito ser interessante nem sempre conseguiu prender a minha atenção...



Para entrar no espírito da quaresma, li este pequeno livro do Papa Francisco sobre a oração do Pai Nosso. Linguagem simples, mas profunda. Acessível a cada coração e uma excelente meditação para viver estes 40 dias de preparação para a Páscoa.

Post a Comment